Heitor já com 19 meses e todos já perguntam (outros cobram) sobre  um segundinho(a).

Eu penso tantas coisas sobre esse assunto que não sei colocar em palavras. Tenho algumas coisas que me impedem de falar com todas as palavras: Vou ter um segundinho. Não consigo dizer isso. E o principal impedimento é: Carreira profissional. Eu queria muito tentar voltar a trabalhar ano que vem, mas não tenho um pingo de coragem. Agora já imaginaram se eu tiver um segundinho? Acho que não volto nunca mais! Isso é muito difícil pra mim, pois não foi pra isso que tanto lutei. Saí do emprego com promessas muito boas pra quando eu voltasse de licença maternidade. Mas o meu coração pediu pra ficar e larguei tudo mesmo. E não seria justo ficar com o Heitor e não ficar com o segundinho(a), né? Então, estou em um dilema daqueles.

Outras coisas também passam pela minha cabeça:

- Vou dar conta de dois? Mal dou conta do Heitor.
- Os primeiros 6 meses de um bebê... Será que aguento tudo de novo?
- O mundo! Sério que quero trazer outro ser humano pra esse mundo maluco cheio de violência, doenças, pobreza e guerras? O que irá restar pra eles?

Minha mente vai longe em relação a este assunto. Tem horas que queria sim ter outro bebê, tem horas que não quero de jeito nenhum. Pelo marido teríamos sim, mas só quando o Heitor completar 3 ou 4 anos. E será que teremos coragem e disposição? hahaha

Por enquanto não tem nada definido. Heitor continuará o único. O que eu decidir (quando decidir), com certeza, venho contar aqui.

E vcs? O que acham? Me contem suas experiências. Me ajudem! rs

Beijos
Mais um mês que passou voando e eu nem vi.

Ontem estava assistindo um vídeo em que o Heitor tinha apenas quatro meses. Segurei o choro, pq não consigo acreditar que ele já cresceu tanto. As pessoas sempre falavam que passava muito rápido, mas eu não sabia que passava TÃO rápido. Parece que perdi tanta coisa, parece que não aproveitei o bastante. E olha que estou com ele 24hrs por dia, desde que nasceu (exceto por algumas horas uma vez ou outra). Essa sensação é frustrante. Queria fazer passar mais devagar, mas não é possível. Sinto que é exatamente como a música: Hoje o tempo voa, amor. Escorre pelas mãos.

E o que aconteceu esse mês?

  • O menino tá correndo desenfreado. Parece que a qualquer momento vai cair de cara.
  • A coordenação motora evolui dia a dia. Consegue abrir e fechar alguns potes, está segurando lápis/caneta/giz de cera cada vez melhor e faz muitos rabiscos.
  • Balbucia bastante, mas não temos palavras novas por enquanto (não que eu tenha notado, ele fala tanta coisa que não entendo hahaha)
  • Continua se alimentando legal. De manhã fruta, almoço variado, de tarde outra fruta, jantar variado e antes de dormir come mingau (ele ama!).
  • Dia 13/04 estava com 82cm e 11250kg.
  • O cabelo deu uma boa crescida. Logo mais teremos que cortar.
Fora isso, tenho duas novidades: Dia 20/03 pegamos a chave do nosso AP! Finalmente. Estamos reformando, já está quase pronto. Logo iremos anunciar para locação. E a outra novi é que serei tia novamente. Meu irmão mais velho será papai de novo! Nunca comentei aqui, mas tenho duas sobrinhas. Uma de 19 anos e outra de 5 anos, uma de cada irmão. A de 19 anos ganhará um irmão ou irmã. Estamos muitos felizes! :)

E falando em Babies, preciso fazer um post sobre um segundo filho. Acho que será o próximo post...haha

Beijos, até a próxima.




Gente, uma rápida atualização. 
Conforme abaixo, o Heitor começou a aceitar comida há mais ou menos um mês. Hoje fomos ao pediatra e, graças a Deus, o Heitor recuperou seu peso. Aliás, engordou bastante e comendo somente comidinhas saudáveis. Está 11250kg e 82cm (estava com 10070kg e 81,5cm). Mamãe acalmou o coração. Agora, acredito que não irá continuar engordando dessa forma, ele apenas recuperou o que perdeu e o que deveria ter ganhado.
Obrigada, Deus!

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E aí que seu bebê nasce. Vc morrendo de medo da amamentação... De tudo dar errado. Mas pelo contrário, tudo dá muito certo. Mais certo do que vc imaginava. Bebê ganhando peso, crescendo lindamente. Chegam os 6 meses de amamentação exclusiva: Hora da Introdução Alimentar (IA).

Como mãe, até aqui, esse foi o meu maior desafio. Na mesma proporção que amamentação deu certo, a IA deu errado. Eu li tanto, estudei tanto, passei com nutricionista antes de começar e as coisas não aconteceram.

Por aqui escolhi a forma tradicional, com papinhas mesmo. O Heitor aceitou até os 9 meses, depois disso, simplesmente parou. O LM e água eram as únicas coisas que ele aceitava. Mas até um ano, tentei manter a calma, afinal, o LM continuava sendo o principal alimento. Depois de um ano e um mês, o Heitor começou a perder peso e  claramente não estava consumindo todos os nutrientes que precisava. O cabelo estava ralo, o rostinho dele estava bem abatido... Como se estivesse doente. Entrei em nível de desespero que não sei explicar. Comecei a ficar muito triste com tudo isso, já não sabia mais o que fazer. Todo santo dia eu chorava. Pode parecer exagero, mas só quem tem um filho que não come, sabe do que estou falando e como isso deixa uma mãe muito mal. Me peguei analisando e reanalisado os meus passos até aqui. Em que  o momento errei? O que eu fiz ou deixei de fazer? Ah, e as pessoas... As pessoas te culpam, te falam coisas absurdas. E vc precisa aprender a lidar com isso também, pois, depois que vc se torna mãe, o que as pessoas mais fazem é te julgar.

Gastei uma graninha levando em pediatra famosinho, mas não adiantou nada. Tentei por na escolinha... Vendo outras crianças, vai que ele decide comer tb. Não adiantou de novo, muito pelo contrário.

Como falei em um post passado, o Heitor começou a aceitar comida aos poucos. E há mais ou menos um mês, ele começou a comer de verdade. Não é como sonhei: É sentadinho no meu colo, a comida tem que ser amassada, dou na boquinha... Mas come, ele come. A impressão que tenho é que comecei tudo de novo. Um ano nesse processo, mas só agora a coisa andou. Fisicamente, ele já está outro menino. A cor não está mais amarelada, o cabelo deu um "bum", o rostinho já tem outra aparência. Sem falar que tem muito mais energia, brinca mais, corre mais, sorri mais e vive fazendo gracinhas. Uma criança bem nutrida é tudo nessa vida, gente. Como faz diferença. Não estou falando de peso ou altura, mas sim de uma boa nutrição.

O que eu concluo com tudo isso é: Tudo tem seu tempo e nada está sob o nosso controle. Aliás, é muito difícil lidar com essa falta de controle na maternidade. Antes minha vida estava na palma da minha mão... Eu fazia e acontecia. Agora, eu tenho que torcer para as coisas acontecerem e torcer mais ainda não para não se frustrar muito caso não aconteçam. Enfim, os filhos chegam para ensinar muitas coisas aos pais. Inúmeras lições que já que aprendi nesses quase 19 meses. É difícil, mas dia após dias, vamos superando os desafios. ♥


Sim, mais uma data redonda!!! DEZOITO MESES! UM ANO E MEIO! Só mais seis meses para dois anos que, como sabemos, vai passar voando.

Esse mês foi engraçado. Definitivamente o Heitor já não tem mais aquela carinha de bebê, sabem? Perdeu todo jeitinho de neném. Agora é um verdadeiro menininho. Está andando super bem, parece um mini adulto... hahaha

  • Continua com 81,5cm e 10070kg.
  • Sem novidades em relação aos dentes... No total está com 16 dentes.
  • Não toma mais banho na banheira, passamos para o chuveiro (e ele ama!).
  • Continua falando só mamãe e papai, mas tenta falar outras coisas... Por enquanto não consegui identificar. 
  • Tem aceitado alimentos aos poucos, graças a Deus! Inclusive completamos um ano de IA, mas parece que estou começando tudo de novo ainda. Ah, a maternidade! Como prega peças.
  • Ainda acorda duas vezes para mamar de madrugada. Dorme no cercadinho ao lado da nossa cama, mas no meio da madrugada ele vem dormir com a gente.
  • Ama musica e não pode escutar que já sai dançando.
  • Adora jogar bola! Chuta direitinho.
  • Aqui, acredito eu, que estamos em um tipo de pré-Terrible Two. Gente, o menino não aceita ser contrariado! Tá osso, mas até que estamos conseguindo lidar com isso. 
  • Heitor não melhorou da gripe, que evoluiu para uma pneumonia. Ainda estava no comecinho, estamos tratando. E tendo em conta todo o trabalho que tivemos e sabendo que com o inverno as coisas irão piorar, tiramos ele da escolinha. Pesando na balança, para nós, realmente não vale a pena. Não agora, pelo menos.
Com esse marco, já estou pensando na festinha de dois anos. Será no mesmo esquema da anterior. Simples e iremos fazer quase tudo. O tema já foi escolhido: Snoopy e Charlie Brown.

Outra novidade é que transformamos o berço do quarto dele em cama. Como só usávamos para trocá-lo e minha mãe estava com muita dor nas costas quando dormia na cama auxiliar, resolvemos fazer isso. Ficou uma graça, bem aconchegante e deixou o quarto com mais espaço. Pretendo fazer a transição para o quarto dele em Setembro e aí irei dar uma melhorada na decoração.

Quartinho do meu amor! <3
Setembro será o mês... Também pretendo iniciar o desmame (da forma mais gentil possível). Imagina, tanta coisa pra fazer... Coração até entristece, pois o meu bebezinho foi embora, dando lugar a um menininho cheio de vontades, mas muito meigo e carinhoso.

Beijos, até a próxima.
E como falei pra vcs, dia 02/03 o Heitor foi pra escolinha. Vou contar como foi dia após dia.

1° dia: Fomos para escolinha e fiquei com ele durante uns 40 minutos. Dançou, riu, brincou. Depois ele foi para outra atividade e nesse momento a diretora pediu para me ausentar. Aceitei e ele começou a chorar. Eu disse: Amor, vc vai brincar agora e já já mamãe te pega. Claro que não resolveu, né?Virei e saí com o coração despedaçado e o choro entalado. Ele chorou o tempo inteiro, não quis participar de nada, só ficava batendo na porta e me chamando. Passou um tempo e fui ficar com ele. Quando o peguei em meus braços, não aguentei... Chorei muito, muito mesmo. Ainda participei da leitura com ele e fomos embora. Ficamos lá por uma hora e meia.

2° dia: Levei ele até dentro da escolinha, me despedi e saí. Fiquei no shopping que tem em frente. Dessa vez estava mais segura. Mas o coração estava em pedaços. Ele ficou lá por duas horas, só chorou.

3° dia: O deixei no portão, me despedi e vim para casa. No momento em que pisei aqui... Desabei. Cadê meu filho? Estou fazendo o certo? Que saudade do meu filho! Era o que eu pensava.
Não consegui fazer nada, fiquei deitada. Tipo uma fossa. Recebo um whats... Era a diretora falando que o Heitor estava bem e logo em seguida me mandou um vídeo dele na aula de música dançando com os colegas. Meu coração se acalmou.

4° dia: Heitor, como todos os dias, entrou chorando, porém, foi para os braços da tia por livre e espontânea vontade. Se alimentou um pouco. Aceitou suco, biscoito e comeu duas colheradas no almoço. Fiquei feliz. 

5º dia: A mesma coisa de todos os dias. Ainda chorou bastante, mas ficava calmo na hora em que tinha musica. Não quis água, mas quis suco. Não quis comer, somente o biscoito.

6º dia: Foi um dia bem ruim, segundo a tia. Chorou muito, não quis nada... Só suco.

7º dia: Entrou na escola bem calmo, sem chorar e foi para o colo da tia tranquilamente. Não chorou, comeu todo o almoço e só recusou as frutas. Todos os dias, ele sempre estava chorando quando eu chegava para pegá-lo e nesse dia ele estava calmo, feliz. Pensei: Finalmente as coisas irão fluir! #sqn Chegamos em casa e percebi que o Heitor começou a ficar esquisito. Mamou e adormeceu. Quando fui colocá-lo no berço ele acordou fazendo ânsia... Achei estranho e segundos depois ele vomitou. Começou a ficar amuado e logo veio a diarreia. De noite o nariz começou a entupir. No sábado já não vomitava, mas a diarreia continuava e já estava super resfriado. Passamos o fds assim e na segunda consegui um encaixe com a pediatra. Ela disse que é virose de escolinha mesmo. :( Passou alguns medicamentos e voltamos para a casa.

Saldo da primeira semana :(

Hoje é quarta-feira e só agora que ele está melhor. Passamos noites muuuiiitoooo difíceis. O pior é que eu e o marido pegamos a mesma virose e estamos nos recuperando. 

O Heitor sempre foi saudável, nunca teve nada disso. Fiquei bem chateada, pensei bastante se vale mesmo a pena deixá-lo na escola. A antiga pediatra (maravilhosa!) tinha me alertado caso eu voltasse a trabalhar e optasse por deixar ele na escola: Em média são 12 doencinhas por ano. O ideal é colocá-lo somente aos 3 anos de idade, pois o sistema imunológico já está um pouco mais desenvolvido. Aí eu penso: Vou deixar na escola pra ver se ele come... Digamos que ele coma, logo vem outra virose e perde tudo o que ganhou. Noites difíceis, bebê doentinho, casa um caos... Vale a pena? Óh, céus! Quando a gente acha que as coisas estão andando, que estão sob controle... :(