Gente, parece que foi ontem que escrevi sobre os 15 meses do Heitor e dia 18 ele completou 16 meses.

Está uma graça de menino. Entende tudo e está interagindo mais e cada vez melhor. É bem sério com estranhos ou com alguém de pouco convívio, acredito que é assim por ficar em casa comigo. Adora crianças! Fica super feliz quando encontra alguma... Abraça, pega na mão, fica gargalhando de felicidade.

Finalmente está andando pra cima e pra baixo. Ele perdeu o medo de um dia para o outro. Ainda no dia 17 morria de medo de andar sozinho e aí, no dia 18, simplesmente saiu andando pela casa. Sozinho, sem apoio, sem nada. Cada dia que passa ele anda melhor. Lindo demais isso.

Continua sem querer comer. Só quer LM. Estou pensando em marcar com uma Nutricionista. Será que ela tem alguma ideia diferente que o faça comer? :/

Sono noturno na mesma. Acorda umas duas vezes pra mamar.

Outra novidade é que irei colocar o Diu Mirena dia 11/02. Finalmente! O marido não gosta dessa ideia, pois quer um segundo filho e acha que com o Diu as coisas ficarão mais difíceis... Pois eu não quero um segundinho(a). Assunto pra outro post.

E adivinhem quem apareceu depois de 2 anos?? Ela mesma! A Miss Red. Quase caí pra trás, não esperava e até me emocionei. Ela veio pra mostrar que as coisas estão voltando ao normal.

Por aqui é isso gente.
Volto assim que possível.

Beijos

Oi meninas! Como foram as festas por aí? Por aqui foi tudo tranquilo. Passei a virada amamentando...haha

Hoje quero compartilhar com vocês um texto que vi no Facebook. Me identifiquei tanto, aliás, me vi nesse texto.

Todos os dias travo a minha batalha de aceitação. Quando vejo fotos antes de ser mãe simplesmente não me reconheço. É esquisito, não é a mesma pessoa. Outro dia chorei para o marido contando dessa sensação estranha. Ainda não me aceitei. Sempre bate a saudade da vida antiga, mas ao mesmo tempo ela não se encaixa com a nova vida. Eu queria conciliar, mas não dá. Por mais que eu relute, agora sou uma pessoa totalmente diferente e preciso aceitar isso. Ahh, a maternidade... Como me pegou de jeito.

O texto fala tudo.

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Eu me perdi nos braços da maternidade, e nessa caminhada passei anos tentando me reencontrar. O que eu não sabia, mas já posso te contar, é que depois que temos um filho precisamos nos REINVENTAR.
Perdi muito tempo desejando fazer as mesmas coisas, me enxergar da mesma forma, ser a mulher que eu era… e só me frustrei pelo caminho. Quantas vezes chorei escondida por não me reconhecer dentro de mim? Incontáveis foram às vezes que a mulher refletida no espelho (descabelada, fora de forma, cansada e cheia de olheiras ) dizia muito pouco sobre o meu verdadeiro eu? Nadei contra a minha própria história, em busca da minha auto aceitação. Desrespeitei o meu tempo e sofri! Como sofri…
Demorei, mas eu descobri que nunca serei quem um dia fui. Aprendi a amar minhas novas formas, meu cabelo branco a mostra, minha cicatriz, e até as minhas roupas que não cabem mais em mim…
Aprendi a amar a paciência que adquiri, o carinho que exala em mim, a minha forma de respeitar o próximo, o senso de justiça, a minha nova visão de mundo, e principalmente a maternagem que tanto me transformou – e até machucou, me tornando exatamente quem eu sou!
Talvez, você aí não perceba, mas enquanto você se olhar no espelho querendo ser quem era, vai perder a linda paisagem dessa longa viagem chamada maternagem. Olha quantos frutos você deu, mãe! Olha quantas lágrimas você enxugou e quantos sorrisos você plantou. O seu novo eu é incrível. Olhe para dentro de você e se permita enxergar a luz que SÓ VOCÊ TEM!
Sua missão é linda, e vai muito além do que os outros podem enxergar… seja gentil com quem merece todo o seu amor: você! Hoje, eu brinde à você! Eu brindo a mim! Vida longa e amor próprio, é tudo que eu desejo para nós. Tim-tim!
Texto: Ananda Urias
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